sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Apresentação Samba – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Nos posts anteriores acompanhamos as apresentações de Bolero e Lambada-Zouk, realizadas pelos alunos da Escola de Dança Rafael Thomé. Hoje, o samba está no ar e irá nos embalar com toda a sua energia através de vídeo, fotos e relatos de minha experiência pessoal.

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Antes do surgimento do samba propriamente dito, se dançava o batuque africano em filas ou em rodas com o ritmo acompanhado por palmas. O samba no Rio de Janeiro surgiu do batuque africano, de Angola e do Congo.

Depois da abolição da escravatura, se formaram basicamente duas vertentes do samba, a primeira tinha grande influência do maxixe e desse samba surgiu posteriormente o samba dançado a dois, o samba de gafieira. Na década de 40, as pessoas passaram a dançar em pares nos salões públicos, nas chamadas gafieiras ou cabarés localizados em sobrados de Botafogo, Catete e Centro no Rio de Janeiro. Por coincidência ou não, as academias mais conhecidas ficam nesses bairros.

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A segunda vertente foi a que subiu o morro, levada por problemas sócio econômicos da época, dando origem, entre outras coisas, às escolas de samba e na forma dançada ao samba-no-pé. No final da década de 20 e início da década de 30, surgiu o Samba-Enredo para acompanhar os desfiles das escolas de samba. Também apareceu o Samba-Choro que apresentou uma complexidade melódica bem mais intensa e também uma harmonia mais interessante, um derivado do choro instrumental. Surgiu também, o Samba-Canção que era uma música com uma temática sentimental e que tinha uma melodia mais elaborada.

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O samba de gafieira dançado na década de 40 é diferente do dançado atualmente. O samba de gafieira atual importou alguns movimentos que são característicos do tango argentino e incorporou também passos acrobáticos em que a dama é lançada, como por exemplo a enceradeira e o cabide.

Na foto ao lado, eu e meu namorado estamos fazendo uma pose para os flash's. É o nosso "minuto de fama", rsrs… Na realidade, essa pose vem de um passo chamado cadeirinha, que também é considerado acrobático, pelo fato dos pés não estar tocando o chão. Confiram neste link aqui, o passo a passo para a execução da cadeirinha durante a dança.

 

As academias do Rio, levaram o samba de gafieira para São Paulo na década de 1990. Em São Paulo se dançava um samba de gafieira carioca da década de 40 que, porém, não evoluiu. O samba de São Paulo é diferente do samba do Rio, é o chamado pagode paulista, que é bonito de se ver, porém tem menos passos que o do Rio.

No Rio de Janeiro existem diferenças no samba dançado nas diversas academias. De modo geral é o mesmo samba, mas podemos dividi-lo em três estilos: samba rasgado (rápido); samba lento sem ginga e com técnica apurada; e samba com ginga sem técnica apurada.

Cada estilo tem seu propósito, por exemplo: o samba rápido é melhor dançado pelas academias de samba rápido. As academias de samba lento, sem ginga, porém com técnica apurada, é onde qualquer um consegue aprender a dançar, é também uma forma de apresentar o samba para o europeu de maneira que ele possa aprender. As de samba gingado, você tem que ter o samba no sangue, para que consiga aprender e fique bonito, o que não é para qualquer um.

Verdadeiramente, o samba é o ritmo em que eu e meu namorado temos maiores dificuldades. Apesar das nossas limitações, nos saímos melhor no samba lento e somos bastante persistentes no aprendizado desse ritmo desafiador. Sim, para nós esse é um ritmo desafiador, pois em busca dos movimentos que estão guardados na memória, nos aprisionamos no mecanismo dos passos e ficamos preocupados com a execução dos movimentos, daí a dança não flui naturalmente e sem que percebamos nosso semblante se fecha em estado de concentração.

No vídeo da nossa apresentação é possível notar isso, além de várias passagens sem sincronismo do grupo, todavia, eventos como esse, proporcionados pela Escola da Dança Rafael Thomé, ajudam a evoluir nossa dança e a lidar com as nossas emoções, pois não é fácil expor-se diante do público.

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O friozinho na barriga, o medo de errar, a tensão foram nossas fiéis companheiras, rsrs. Apesar de algumas falhas, nos sentimos agradecidos pela oportunidade de nos apresentar pela primeira vez em nossa vida e muito felizes ao observar os olhares atentos dos expectadores, principalmente das crianças.

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A dança também trouxe à tona amizade da minha infância e juntamente com ela vieram as boas recordações da época (faz muiiiito tempo isso, rs…). A Claudia – veja foto abaixo – e eu, estudamos juntas a partir da 3ª série do primário até a 8ª série do ginásio. Após alguns anos, nossos caminhos se cruzaram novamente através da dança e nos tornamos parceiras no samba!

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Da esquerda para a direita: Claudia (coleguinha de infância, rs…); Ingrid; Nádia; Paula; Aline.

 

 

 

 

 

Amigos, familiares e outros alunos da escola de dança, nos prestigiaram deixando a noite mais alegre ainda.

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Foi exaustivo conciliar, família, trabalho, faculdade, namoro e ensaios para as apresentações, mas ao final de todo o sacrifício senti-me realizada por alcançar os objetivos propostos e tudo resumiu-se em duas palavras: EU CONSEGUI. Acredito que esse parágrafo, traduz o sentimento do restante do grupo também.

Continuarei nessa jornada, aprendendo e podando as arestas para que na próxima apresentação, que se dará a 1 ano, eu tenha crescido na dança e possa compartilhar com vocês minha evolução.

Parabéns à equipe pela perseverança!!!

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Da esquerda para a direita: Claudia e Eduardo; Ingrid e Darci; Nádia e André; Paula e Jádson; Aline e Claudio.

Agora, fiquem com o vídeo… Até a próxima!

Samba de Gafieira com os alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Texto sobre a história do samba extraído do site Culturamix e Dança de Salão

 

L E I A   T A M B É M

Apresentação Bolero – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação Zouk – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação Forró – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Primeiros passos para dançar Tango

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Apresentação de Zouk – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Dando continuidade a saga das apresentações realizadas pelos alunos da Escola de Dança Rafael Thomé em dez/2014, eis aqui um ritmo que permite explorar ao máximo a sensualidade dos movimentos.

Zouk

Muitos o conhecem apenas como "Zouk", todavia, vou na contramão da maioria ao entender que – conforme o site Dança à Dois – o termo mais adequado seria "Lambada-Zouk". Vamos saber por que?

A origem da Lambada-Zouk

Acredita-se que o termo Lambada à Pinduca foi usado pelo Rei do Carimbó em uma música em 1976. No norte do Brasil, o termo Lambada é empregado para traduzir o açoite dado por um chicote no ar. Deu-se o nome de lambada à dança pela alusão do movimento da cintura ao movimento do chicote tangido no ar.

Quando nós do "dançaadois" usamos o título de Lambada-Zouk estamos fazendo uma opção, praticamente partidária, pois não há consenso de como rotular essa dança brasileira, mesmo entre os próprios brasileiros. Alguns ainda chamam de lambada, outros de lambada francesa, zouk, zouk brasileiro e outros, como nós, defendemos o uso de Lamba-Zouk. Segundo o coordenador do site, Roberto Mendoza, quem não usa o termo brasileiro Lambada está dando gratuitamente os créditos de uma dança brasileira para outros países. Será que os caribenhos nos deixariam chamar a Salsa de "Cebolinha Brasileira"?

Mas também não há como deixar de reconhecer que a dança Lambada deve muito à música caribenha Zouk (festa em Creole), que inspirou uma dança mais suave, cadenciada e muito mais sensual que a Lambada original, além de manter ativos os praticantes de Lambada, que se viram órfãos de música nacional para praticar, quando a música Lambada praticamente desapareceu no início dos anos 90.

A história nos mostrou que a dança foi muito mais forte do que a música. Enquanto a música durou em torno de uns três anos, a dança está aí até hoje, adaptando-se a novos parceiros musicais sempre que necessário. Assim, acertou em cheio o Tio Piu, ex-diretor artístico da Ilha dos Pescadores (RJ), que profetizou: "Enquanto o Lambadeiro viver, a Lambada jamais morrerá". E enquanto não houver novas gerações de lambada, os brasileiros vão continuar dançando uma dança nacional ao ritmo estrangeiro.

Texto extraído do site Dança à Dois.

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         Esse foi o nosso momento!!!

 

 

Nossos professores Carla e Bruno, sempre fazendo um bom trabalho com seus alunos, através de uma coreografia simples, porém bem ensaiada e envolvente. Foi a dança mais sincronizada dentre todas as demais apresentações. Nossos agradecimentos à eles.

Acompanhem nossa apresentação apresentação no vídeo abaixo.

Apresentação de Zouk – Alunos dos professores Bruno e Carla

Amigos, familiares e outros alunos também nos prestigiaram, portanto, não poderia deixá-los fora desse post, pois estamos de certa forma interligados pela dança.

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Os benefícios da dança são amplamente conhecidos, mas pouco se fala da dança como uma terapia para a alma. Com um pouco de observação podemos notar que os resultados vão muito além do bem-estar físico.

A socialização, o combate à depressão e à timidez, alegria, auto-estima elevada e disposição para encarar as dificuldades do dia-a-dia são apenas algumas das transformações que se nota em quem se arrisca a adentrar no mundo da dança. Ao dançar, a pessoa se desprende dos medos, preocupações, preconceitos e vê seu estilo de vida ser transformado pouco a pouco.

Mas do que técnica, é preciso sentimento, e isso o ser humano tem de sobra!

Aguardem o próximo post, pois tem samba no ar…

L E I A   T A M B É M

Apresentação de Bolero – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação de Samba – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

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